A certificação energética é obrigatória?

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Clint Patterson

 

Sim. A certificação energética passou a ser obrigatória sempre que se celebre um contrato de compra e venda de um imóvel, um contrato de arrendamento, permuta ou trespasse (as heranças e as doações ficam isentas desta obrigatoriedade). Tecnicamente, deve ter o certificado disponível a partir do momento em que anuncia o imóvel para venda/ aluguer/ trespasse, já que os interessados devem ter acesso a esta informação. Isto é válido tanto para particulares como para entidades empresariais. 

 

Que imóveis estão dispensados de pedir o certificado energético?

Os únicos imóveis dispensados do certificado energético são os armazéns agrícolas ou pecuário, os edifícios usados para fins religiosos, os armazéns ocupados menos de duas horas por dia, os edifícios com uma área útil igual ou inferior a 50m2, os edifícios destinados a demolição, as infraestruturas militares e os edifícios em ruínas. A maioria dos edifícios à venda nas grandes cidades isentos de certificado encaixam-se nesta categoria, ou seja, não têm critérios de habitabilidade. 

 

Quem deve emitir o certificado energético?

O certificado energético deve ser emitido por um perito qualificado, que é quem o regista junto da ADENE (Agência para a Energia). O certificado é válido durante 10 anos, portanto não precisa de pedir um novo cada vez que quiser celebrar um novo contrato de arrendamento, por exemplo. Enquanto o certificado estiver válido, pode usá-lo para tantas transações comerciais quantas quiser. 

 

O que acontece se não pedir a certificação energética? 

Agora a pergunta é, o que acontece se não tiver o certificado energético obrigatório? Paga uma multa, que varia entre os 250 e os 3. 740 euros para particulares e entre 2.500 e 44.890 para empresas. Por isso, o melhor é não arriscar: peça orçamentos para emitir o certificado energético (o orçamento varia consoante o perito) e escolha a melhor opção! 

 

Pintura vs. Papel de Parede: quais são as diferenças?

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O papel de parede esteve fora de moda durante muitos anos, mas agora voltou em grande. Será que ambos têm um lugar num design de interiores moderno?

Vantagens da Pintura vs. Papel de Parede

A principal vantagem da pintura face ao papel de parede é que é muito mais fácil de aplicar. Pintar uma parede ou até todo o compartimento é um trabalho DIY, que pode fazer durante um fim de semana. Também pode mudar a cor com facilidade (desde que a base não seja uma cor muito escura – aí é melhor contratar um pintor) se decidir que essa não é a cor certa para a sua casa. Pelo contrário, o papel de parede é um bocadinho mais complicado de aplicar e o melhor é deixar essa tarefa nas mãos de um profissional

Outra desvantagem do papel de parede, e que não acontece com as tintas, é que pode ser “comido” por diversas pragas domésticas, como as traças. Contudo, não se esqueça se comprar tinta hidrófuga e antifungos! 

Vantagens do Papel de Parede vs. Pintura

O papel de parede permite-lhe colocar um padrão ou uma imagem. Com a pintura, só consegue fazer isso com um vinil, que nunca tem exactamente o mesmo resultado. É por isso que o papel de parede continua a ser popular para berçários, quartos de crianças e lojas, que tendem a preferir uma decoração mais divertida. 

A maioria dos papéis de parede não são fáceis de limpar, pelo que se manchar, riscar e perder a cor, o mais provável é ter de colocar de novo. Por isso, é aconselhável comprar alguns metros a mais. As tintas super laváveis podem ser a solução para este problema, mas isso também em termos de preço. 

No geral, o papel de parede é uma boa escolha para ter uma parede com um padrão diferente e pode combiná-lo com paredes pintadas no seu projecto de decoração de interiores